VD-16.03.08

31 03 2008
 “O Azul é mais Azul que o Anil”
Dedico aos jovens companheiros no “Dia do Kossen-rufu”
 
O novo amanhã é dos jovens,
Tal como a exuberância dos verdes campos de trigo
Na manhã clara de geada.
 
Mesmo em março,
O frio é rigoroso
No Fuji escarlate na alvorada.
 
A convocação repentina
Como o lampejo de um relâmpago,
Seis mil companheiros emergidos da terra
Lá compareceram.
 
Branco se tornava o ar expirado,
E os passos no chão adormecido
Ecoavam pelo bosque ainda escuro.
 
Havia moças de rosto ruborizado,
Como também adolescentes de uniforme escolar
E jovens que inflavam o peito imponentemente
Apesar de desprovidos de roupas próprias de frio.
 
No ambiente gelado e ainda escuro,
Seus olhos cintilavam num pulsar precioso
Prestes a receber o majestoso “tempo”
Com o raiar da alvorada.
 
Ah! A expressão da genuína vida dos jovens,
Pura e vigorosamente,
Anunciavam a ascensão do Sol novo e fulguroso.
Oh! Dezesseis de março —
Eternizado ficará para sempre.
 
Nesse dia,
Em torno do venerado mestre,
Delineou-se o modelo do Kossen-rufu
E tornou-se o “Dia do Juramento”,
Inalterável por todo o eterno futuro,
Da luta conjunta de mestre e discípulo.
 
Assim, preservando o profundo significado desse dia,
Este foi denominado de
“Dia Comemorativo do Kossen-rufu”.
 
Decorrida a terrível batalha deste século
Como tempestade para a humanidade,
O pulsar da correnteza do Kossen-rufu
Emergiu no bailar imbatível
Do herói que se levantou resoluto
Envolto pela chuva e escuridão.
 
Dia 3 de maio de 1951 —
“Atirem meus restos mortais na Baía de Shinagawa
Se eu não concretizar 750 mil famílias” —
Ante esta declaração que ressoou pelo chão,
A chama, no peito dos companheiros, expandiu-se.
 
No desenrolar dos sete anos,
Árduas lutas se sucederam
Desgastando a própria vida
Numa demonstração de que
Não há outro momento para lutar
Do que agora,
E que todo o esforço ora canalizado
Encerra o valor de milhares de anos.
 
Ah! Nos dias que se sucederam,
A onda de júbilo dos companheiros revivescentes
Formou finalmente
A fileira de 750 mil heróis emergidos da terra.
 
Setecentos anos se passaram
Desde o levantar do Grande Filósofo.
Foi o tempo que amadureceu
Ou o tempo foi atraído e criado?
Místico é o assentamento do alicerce do
Kossen-rufu de Mappo.
 
Primeiro de março de 1958 —
O ardor da proteção
Transformou-se na inauguração
Do grande Auditório do Ensino Essencial do
Sutra de Lótus,
Que havia muito não se via igual,
E assim se concretizou uma das aspirações do mestre.
Naquela ocasião,
Por providência das entidades budistas
Ou foram Bonten e Taishaku que desceram à terra,
Uma notícia se espalhou:
O primeiro-ministro compareceria
No dia 16 de março.
E o mestre propôs
Tornar esse dia
Uma Cerimônia de Demonstração do Kossen-rufu.
 
Os jovens emergidos da terra,
Considerados por ele atores principais da
Grande cerimônia
Seis mil se reuniram ante a repentina convocação.
Lá estavam os jovens musicistas do Kossen-rufu
E também os “Anjos da Paz”
Abrilhantando a marcha com valentia e beleza.
 
Na manhã enregelada
Juntos saborearam a sopa quente de leitão,
Fazendo penetrar no corpo e na alma
O sentimento do mestre.
 
Mesmo trajados pobremente
Transbordavam de felicidade e orgulho
Por viver pela nobre missão.
A alegria de viver juntos ao lado do mestre
E de juntos avançarem com o mestre
Compôs o sorriso de profunda satisfação.
 
Sem buscar fama nem abrigo
Fortuna e nem mesmo benefícios,
Elevando o espírito valente e cristalino
Com o desejo único de tudo consagrar
Junto com o mestre
Em prol da Grande Lei.
 
Nesta propagação alicerçada no juramento,
Transcendendo a vida e a morte,
E de acordo com os sagrados ensinamentos,
Foi assentada a história de absoluta vitória
Que mesmo as ondas das maldades
Não puderam impedi-la.
 
No alvorecer do ano de 1958,
No meio do turbilhão contra a fúria da doença,
O indomável mestre em seu brado revelou:
— Quero lutar por mais sete anos,
Até alcançar dois milhões de famílias.
 
Compreendendo seu sentimento
Sozinho e na profunda tristeza,
Jurei naquele dia herdar inteiramente
A tocha da concretização do
Kossen-rufu por toda a vida
Mesmo que preciso fosse atirar meu corpo ao chão.
 
Muitos companheiros
Pouco sabiam da gravidade da saúde do mestre
E otimistas estavam por sua recuperação.
Sozinho, visualizando o futuro do Kossen-rufu,
Dispus-me profundamente determinado
A jamais esquecer os ensinamentos do mestre
Mesmo deitado, imerso em meus sonhos.
O mestre, por sua vez, não permitindo
Que me afastasse,
Treinou-me em meio ao rigor,
Dedicando todos os seus esforços.
Não esquecerei o brado do âmago de meu mestre:
— Nada mais quero.
Somente busco valores humanos de confiança!
 
Ah! Dia 16 de Março —
O primeiro mandatário não compareceu,
E a cerimônia teve início
Com a presença de sua esposa e genro.
 
O venerado mestre,
Arrastando seu corpo doente,
Levantou-se na liderança pessoal
Dos jovens emergidos da terra,
Assentando aí o espírito da
Concretização do Kossen-rufu.
 
Misticamente,
A radiante cerimônia tornou-se
O momento solene da transmissão,
Do estandarte dos herdeiros,
Do mestre para o discípulo.
 
O mestre e pai,
Carregando seu corpo debilitado,
Resoluta liderança tomava.
 
Ante o palanquim construído pelos discípulos,
Repreendeu-os com rigor:
— É demasiado grande!
Não serve para a batalha!
Porém, nele subiu
Louvando a preocupação dos discípulos,
Suas palavras tocaram
As profundezas de seus corações.
Sucesso ou fracasso, quem irá empreendê-lo?
A verdade da vida devotada até a morte
Tal como o aspecto imponente
De Komei contado no Gojoguen,
A figura do venerado mestre sobre a plataforma
Parecia lançar raios de luz eternos e indestrutíveis.
 
— Nós somos soberanos do mundo da religião!
O brado vigoroso do grande herói,
Que nasceu para o Kossen-rufu,
Ecoou por entre os gigantescos cedros de 700 anos.
 
Eu declaro —
Aquele brado triunfante
Do grandioso soberano dos povos,
Que ressoou por todo o mundo
E por toda a eterna era de Mappo,
Parecia obscurecer até mesmo
A brilhante jornada do Grande Rei Alexandre.
 
A enfermidade do mestre
Era demais grave.
A mim, que o sustentava nos braços,
Ele espremeu da sua vida
As intrépidas palavras:
— Daisaku! Eu conclui todo o meu trabalho.
Já posso morrer quando quiser.
O resto deixo com você! —
Aquelas palavras,
Em meus ouvidos,
Ainda ressoam nitidamente.
 
O mestre estava com 58 anos
E o discípulo, com 30.
Talvez, por ter herdado a sua vida,
Pude receber os 60 anos em seu lugar.
 
Meus caros jovens!
Agora, com o mesmo sentimento do mestre,
Peço-lhes que me sucedam.
 
Ah! Ainda hoje
Lembro com profunda gratidão
A benevolência grandiosa do
65º sumo prelado, Nitijun Shonin,
Que nos assistiu do começo ao fim.
 
Na conclusão de sua liderança
De inúmeras e árduas batalhas,
O mestre, agora deitado enfermo em seu leito,
Perguntou-me:
— Que livro está lendo?
Estude! Estude! Estude!
Repreendia-me com rigor e benevolência.
 
Disse-me num outro momento:
— Sonhei que fui ao México.
No calor de seus olhos benevolentes
Podia-se ler:
— Em tuas mãos confio o mundo!
 
Fazendo do coração do mestre
O meu próprio coração,
Jurei voar em prol do Kossen-rufu mundial
Por este céu imenso
Como o grande pássaro da lenda chinesa.
 
Quatro dias antes do falecimento —
O leão rugiu severa e rigorosamente:
— Não afrouxem as mãos do ataque!
Cravando assim o pilar do avanço dos discípulos
Como vagas furiosas.
 
Ah! Inesquecível 2 de abril…
Cercado pela exuberância das cerejeiras
O venerado mestre partiu para o Ryozen.
A parte de sua vida que aqui ficou
Iniciou o ataque inabalável
Rumo à concretização do Kossen-rufu.
 
Na época
Assim escrevi em meu diário:
“Um jovem discípulo de Toda
Avança sozinho e imponente
Contra os ventos do norte.”
 
Nos trinta anos que se seguiram,
Fazendo frente aos tormentos das ventanias
E me expondo só debaixo do sol escaldante,
Movido pelo desejo único de proteger
Os meus queridos companheiros,
Dispus-me no combate a todos os
Obstáculos e maldades
Sem retroceder um passo sequer
Dia após dia.
 
Por estar ciente
De que o budismo é vitória ou derrota,
Não me permiti,
Em meio às ondas bravias,
Um momento de estagnação ou hesitação
Para provar à posteridade
A figura autêntica e valente
Tal como Ashura.
 
Os saudosos irmãos,
Que estiveram no glorioso 16 de março,
Viveram também a jornada de trinta anos
Sem nunca retroceder,
Registrando junto comigo,
Corajosa e valentemente,
A sinfonia da gloriosa jornada.
 
A tempestade dos três fortes inimigos
Por várias vezes
Tentou se levantar à nossa frente.
 
Houve dias turbulentos de intensos ataques
E traição de astutos e perversos.
Entretanto, com toda a radiância,
Nós os vencemos completamente.
 
As jovens daquela época
Que transpuseram as inúmeras intempéries
Com as asas da esperança,
São hoje rainhas acariciadas
Pelas douradas brisas da felicidade.
 
Os jovens,
Como pilares da sublime fortaleza da paz
Para a grandeza do ser humano,
Assentaram imponentemente seu alicerce inabalável.
 
A mística relação dos companheiros
Concebida no passado infinito de kuon,
A força da união que converte o itai em doshin,
O austero laço de devoção da vida
Pelo ideal dos sagrados ensinamentos —
Em torno desse eixo diamantino e indestrutível
Estabeleceu-se para toda a posteridade
O alicerce do Kossen-rufu.
 
O ardor dos jovens que se sucedem ilimitadamente,
Emerge como nuvens brancas
Hoje e amanhã também
Lá no azul do horizonte.
 
Quando novamente percorrer
O espaço celestial do novo século,
Não haverá mais nuvens escuras
De obstáculos e maldades.
O rosto dos jovens filhos do Buda
Resplandecente estará com todo o vigor
E as pétalas irão bailar
Ao vento da fragrância de sua jornada.
 
O jovem é o tesouro imensurável.
Todo labor e dificuldade,
Até mesmo vitórias e derrotas,
Tudo é trampolim para o maravilhoso dinamismo.
 
Meu jovem! Meus caros jovens!
Peço-lhes que se encarreguem
Do novo e segundo “Sétimo Sino”.
Na propagação gradativa para o Leste
De acordo com o seu próprio princípio,
O budismo chegou ao Japão
E 700 anos se passaram
Para o Grande Filósofo aqui emergir
Com toda a imponência do Sol.
 
Passados sete séculos desde então
Uma mística organização nasceu,
Revertendo as ondas do Kossen-rufu da Verdadeira Lei
Para a propagação gradativa para o Oeste
Banhando as praias da Ásia e de todo o mundo.
 
Agora, a Lei Mística —
O supremo raiar da grandiosa luz da vida —
Está prestes a cobrir
Toda esta Terra azul.
 
Meu jovem,
Não questione se a grandiosa
Correnteza do Kossen-rufu
É ou não uma certeza no curso da história.
 
Questione sim, a todo momento,
Se possui ou não a paixão
De tornar o Kossen-rufu numa certeza
Em seu próprio coração
Com o labor e suor de si mesmo.
 
Kossen-rufu é
Implantar o supremo estado de vida do Buda
No coração da humanidade
Seguindo o testamento de Daishonin,
Cobrindo esta grande Terra eternamente
Com o desabrochar exuberante
De flores da renascença da vida.
 
Tient’ai declarou:
“O azul é mais azul que o anil!”
 
A você, meu jovem,
Oro ardentemente para que,
Abraçado à Lei básica
E emitindo ilimitados raios de luz
Do interior de sua própria vida,
Trace com audácia
Todo o curso da grandiosa história
Do triunfo da sinfonia do povo.
 
Para todo compromisso,
No raiar da “Era dos Jovens”
Heróis da missão
Haverão de emergir em sucessão.
Ah! A grande expedição para os próximos trinta anos
Assinala agora a sua partida.
 
Eu acredito que vocês,
Meus jovens e minhas jovens,
Haverão de transpor valentemente
Os desconhecidos picos das intempéries
Para tocar solene e vigorosamente
Os sinos da alvorada do novo século.
 
O tempo retorna
E aqui recebemos
O “Dia Comemorativo do Kossen-rufu”.
Este dia não é senão
A manhã de renovada esperança
Dos meus queridos discípulos.
 
Meus jovens,
Haja o que houver,
Avancem sempre!
Agora é o tempo
Que não devem
Recuar um passo sequer.
 
Jovens!
Haja o que houver,
Desafiando resolutamente
O labor no aprimoramento diário,
Cantem, cantem altivamente
Os versos da juventude alegre e vigorosa.
 
Com a harmonia de ouro
Indestrutível por toda a existência,
Desbravem com todo o ardor
A nova manhã da história da humanidade
E completem por mim o sagrado empreendimento.
 
Agradecendo sinceramente a todos os
companheiros que compareceram à cerimônia
em meio ao vento gelado desde as primeiras horas da manhã do dia 16 de março de 1958,
elevo minhas orações formulando votos de
felicidade e de longa vida.
 
De mãos postas em oração…
O Poeta Laureado
 
Em 9 de março de 1988




31 03 2008
TEC
tel-nokia.jpg
Este prototipo de teléfono móvil flexible acaba de ganar el premio de diseño de Nokia. Es capaz de memorizar varias formas (brazalete, clip, corazón…) y recobrar una apariencia más propia de un celular en cuanto se comienza a hablar.
mano-derecha.jpg
Con mano derecha. Dexterous Hand (mano diestra) es el nombre de esta mano fabricada por una compañía británica, con sede en Londres llamada Shadow Robot Company. La mano funciona gracias a 186 sensores de fuerza y válvulas neumáticas que son controladas a través de un programa de software que permite manipular la mano como si fuera humana. Puede verse un video (.avi) de cuatro minutos de cómo funciona la mano. La compañía ya tiene el invento en venta.
ART
tibet.jpg
Sangre del Tíbet. Varios activistas tibetanos en Nueva Delhi, cubiertos de pintura roja durante una representación para ilustrar la violenta represión del régimen chino.
LIN
800px-cacerolazo-argentina-marzo-2008.jpg
Cacerolazo (también conocido como cacerolada, caceroleada o caceroleo) es una forma de manifestación, autoconvocada espontáneamente por un grupo de personas o ciudadanos, o bien respondiendo al llamamiento de una fuerza política u otra organización, generalmente en contra de un gobierno o de determinadas decisiones o políticas gubernamentales, y más raramente en pro de una causa. Su característica más destacada, y que la distingue de otros tipos de protesta, radica en que los manifestantes manifiestan su descontento mediante ruido acompasado, a una hora acordada de antemano, desde sus propias casas y sin necesidad de concentrarse en un lugar determinado, asomándose a ventanas y balcones o en los antejardines de las casas, y blandiendo rítmicamente los objetos que tienen a mano (comúnmente, cacerolas y otros utensilios domésticos, de ahí su nombre), pudiendo de esta manera alcanzar la protesta un alto grado de adhesión y participación.
Los cacerolazos vienen acompañados a menudo de otras medidas de protesta popular, como apagones o cortes de electricidad, boicots al consumo, bocinazos, funas, bloqueos de calles y “sentadas”, y con el auge de las nuevas tecnologías, también de cadenas de correos electrónicos o de mensajes de texto, tipos de protesta que han dado en llamarse “cacerolazos cibernéticos”. En todos los casos, se conserva en los diversos tipos de protesta la esencia del cacerolazo, que estriba en la ampliación y profundización de la protesta democrática, alejándola de las manifestaciones tradicionales e introduciéndola en los hogares, y transfiriendo el protagonismo de una minoría, a la gran mayoría de la población, convirtiéndose así en una protesta al alcance de todos, y por ende sumamente pacífica.
Desde los primeros cacerolazos de los que se tiene noticia, que tuvieron lugar en Chile entre 1971 y 1973, este tipo de protesta se había circunscripto casi exclusivamente a Sudamérica, aunque posteriormente se la ha visto también en España, en donde se le llama cacerolada, y en Italia. Éstos son los principales cacerolazos registrados, por países y años:
GAK
Aqueles que não lamentam possuem sabedoria e boa sorte
Em um Gosho, Nitiren Daishonin escreve: “Por
outro lado, não deve comentar com outras pessoas lamentando que este
mundo é difícil de ser suportado. Se o senhor proceder desta forma,
estará agindo contra a atitude de um sábio.” (END, vol. I, pág. 296.)
Se vocês praticam a fé e mesmo assim possuem uma atitude de reclamar, destruirão a boa sorte na mesma proporção.
Aqueles que são repletos de reclamações não são respeitados pelos
outros. Do ponto de vista budista e de uma perspectiva secular, esse
comportamento não se adequa a um sábio, ou a uma pessoa de “valor”.
Tudo é determinado pela própria pessoa, por seu itinen, ou sua determinação interior.
Vamos
presumir, por exemplo, que após vocês terem se esforçado diligentemente
em sua prática da fé tenham acumulado finalmente uma grande quantidade
de boa sorte. Mas então começam reclamando, “estou cansado de estar
sempre ocupado”, ou “eu realmente queria ver aquele programa de TV hoje
(em vez de fazer atividades)”, ou algo similar.
No momento em que vocês começam a reclamar ou a ficar indispostos,
imediatamente perdem uma porção substancial de toda a boa sorte que
trabalharam arduamente para conseguir!
Vocês
perdem mais boa sorte, digamos, quando permitem se tornar
desencorajados por perderem uma discussão com seus maridos ou esposas.
Entretanto, quando resolvem desafiar a solução recitando Daimoku, acrescentam uma sólida porção à boa sorte
acumulada. A soma total de todas essas adições e subtrações, ganhos e perdas, representa o balanço final de sua felicidade.
Portanto, se vocês estão praticando a fé em primeiro lugar, ganham ainda mais quando o fazem de boa vontade, alegres e com um senso de gratidão.
A vitória se encontra na continuidade
O
Gosho não estabelece o padrão para o Gongyo de ser realizado na atual
forma de cinco orações de manhã e três orações à noite, nem especifica
a quantidade de Daimoku que devemos recitar.
[Em 3 de julho de 2002, a BSGI adotou oficialmente a diretriz da SGI, de realizar o
Gongyo
com a recitação em uma única vez de manhã e à noite do trecho do 2º
Capitulo (Hoben) e da parte em verso do 16º Capítulo (Juryo), o
Jigague. Ambos os trechos correspondem a cerca de 5% da totalidade dos
respectivos capítulos.]
Embora não seja preciso dizer que um Gongyo completo e a recitação de bastante Daimoku seja ideal, o que mais importa é o espírito de fé de uma pessoa.
Enquanto
o espírito de fé de uma pessoa estiver ligado ao Gohonzon, seus
benefícios jamais desaparecerão. É por isso que é vital para os
senhores perseverarem em sua prática budista durante toda a sua vida,
não importando o quê, mesmo que em alguns dias a sua condição física ou
várias outras circunstâncias possam impedi-los de fazer o Gongyo e
recitar o Daimoku para sua completa satisfação.
Qual é a atitude
ideal, para a realização do Gongyo e Daimoku?
“No Sutra Fuguen, consta: (Daimoku de fé e de prática – BS nº. 1851 de 15/07/2006). ‘Se você deseja arrepender-se de seu mau carma, sente-se ereto e medite sobre a verdadeira entidade da vida. Então, toda a ofensa do passado dissipar-se-á como geada e como gotas de orvalho sob a luz do sol da sabedoria eterna’. No Budismo de Nitiren Daishonin, isso significa recitar Daimoku com toda fé ao Gohonzon. Então, ‘o sol da sabedoria’, que Nitiren Daishonin revelou como o Nam-myoho-rengue-kyo, manifestar-se-á em nossa vida. Com a força vital do Nam-myoho-rengue-kyo, podemos experimentar os efeitos de nosso mau carma muito mais levemente e erradicá-los em um tempo incomparavelmente curto”
Um pensamento muito comum, quando as pessoas pensam nesse “arrependimento” (zangue), é o fato de duvidarem de que tenham realmente feito as causas no passado que geram os sofrimentos no presente. De fato, é difícil imaginar isso com plena convicção e, então, a oração perde também o real significado. Uma
forma que encontrei para superar esse sentimento é substituir por uma
consciência de que as circunstâncias estão revelando uma tendência
cármica como uma nova oportunidade de aprendizado e transformação. É como o professor que nos devolve aquela prova em que fomos mal e nos diz: “tente se concentrar e acertar desta vez”. Lembro-me
que isso já me aconteceu e tive uma sensação de alívio e gratidão ao professor. Então,
como o Gohonzon nos oferece uma nova oportunidade, oro com a
concentração elevada e com profunda gratidão por essa consideração. É
infalível!
A iluminação encontra-se na gratidão!
 Antonio Nakamura




50 anos da bossa nova

30 03 2008

Para quem não agüenta datas comemorativas da bossa nova (43 anos e meio de alguma coisa, 47 anos e dois meses de outra…), um alívio: em 2008, a festa faz sentido. O show “Bossa Nova – 50 Anos”, que acontece hoje, às 19h, no Rio, usa como referência o ano em que saíram “Canção do Amor Demais”, LP de Elizeth Cardoso cantando Tom e Vinicius, com João Gilberto ao violão em duas faixas, e o compacto “Chega de Saudade”, de Gilberto.

O palco de hoje é apropriado: a praia de Ipanema, terreno que inspirou tantos compositores, em especial Tom Jobim. São 14 atrações, do pioneiro João Donato ao trio Bossacucanova, que mistura o legado jobiniano à música eletrônica.

“A bossa nova não pode ficar estagnada, todo grande gênero musical sofre mudanças. Mas tem gente que não gosta. Foi assim com o tango, quando apareceu [Astor] Piazzolla. Para atrairmos os jovens e fazê-los ouvir Tom Jobim e outros, precisamos dar oportunidade para artistas jovens”, diz Solange Kafuri, diretora do show.
A afirmação é uma resposta a quem já se queixou por se sentir excluído das comemorações, caso do cantor Pery Ribeiro. Kafuri ressalta que fez, há dois anos, um “Bossa Nova in Concert” reunindo uma quantidade maior de nomes, mas que, desta vez, não poderia realizar um show tão grande e queria a participação de jovens.

Foram convidadas Maria Rita e Fernanda Takai. A primeira, acompanhada por Oscar Castro Neves, cantará “Corcovado” e “Samba do Avião”, e a segunda, cujo primeiro disco solo é baseado no repertório de Nara Leão, interpretará “Insensatez” e “Barquinho”.

O show é dividido em seis blocos. Nos dois primeiros, estão duas músicas do filme “Orfeu Negro” (“Manhã de Carnaval” e “A Felicidade”, com Leila Pinheiro) e duas do CD “Chega de Saudade” (a do título e “Bim Bom”, com Emílio Santiago).

Depois de Takai evocando o lendário apartamento de Nara, há o bloco do Beco das Garrafas, com Zimbo Trio, Leny Andrade e Maria Rita. O segmento “Carnegie Hall”, referente ao show de 1962 em Nova York, reúne Carlos Lyra, Roberto Menescal e Wanda Sá. No último bloco, o Bossacucanova dividirá o palco com Donato, Marcos Valle e Joyce.

O mesmo show deverá acontecer em São Paulo em abril, mas não está confirmado.
BOSSA NOVA – 50 ANOS
Com: João Donato, Carlos Lyra, Maria Rita e outros
Quando: hoje, às 19h
Onde: praia de Ipanema, no posto 10
Quanto: grátis





28 03 2008
TEC
harley.jpg
A Harley-Davidson apresentou a última tecnologia de som para suas motos. Horas de músicas podem ser armazenadas no cartão SD de memória. O design apropriado permite que mesmo usando lutas os botões sejam de fácil acesso e o display de bom visualização.
ART 
dengue.jpg
Subiu para 54 o número de mortos por dengue no Estado do Rio neste ano, segundo balanço divulgado no fim da tarde desta quarta-feira pela Secretaria Estadual de Saúde. Vinte e sete óbitos são de crianças entre 2 e 13 anos, informou o órgão.
Das 54 mortes, 31 ocorreram na cidade do Rio. As outras foram registradas nos municípios de Duque de Caxias (7), Miguel Pereira (1), Campos dos Goytacazes (3), São João de Meriti (3), Paracambi (3), Nova Iguaçu (3), São Gonçalo (3), Angra dos Reis (1) e Belford Roxo (1). Leia mais
LIN 
Fluoxetina é um medicamento antidepressivo da classe dos inibidores selectivos da recaptação da serotonina. Suas principais indicações são para uso em depressão, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e bulimia nervosa. É utilizado na forma de cloridrato de fluoxetina, como cápsulas ou em solução oral.
Foi sintetizada e comercializada inicialmente pela companhia farmacêutica Eli Lilly com o nome Prozac®.[1] Actualmente é comercializada no Brasil e em Portugal por vários laboratórios como medicamento genérico, estando sujeita a receita médica.
A patente da Eli Lilly sob o Prozac expirou em Agosto de 2001,[2] despertando um influxo de genéricos ao mercado. Só nos Estados Unidos, mais de 21,7 milhões de prescrições genéricas foram efectuadas em 2006, colocando-a na terceira posição entre os antidepressivos mais receitados, após a sertralina e o escitalopram.[3]
GAK 
Suponhamos um homem trespassado por uma flecha envenenada e que seus parentes e amigos tenham resolvido chamar um cirurgião para retirar a seta e pensar a ferida.
Mas o homem ferido objetou, dizendo : “Esperem um pouco. Antes que retirem a flecha, quero saber quem a atirou. Foi um homem ou uma mulher? Foi algum nobre ou um camponês? De que era feito o arco ? O arco que atirou a  flecha era grande ou pequeno? De que era feita a corda do arco? Era ela feita de fibra ou de tripa? A seta era de rota ou de junco? Que tipo de penas eram usadas? Antes que extraiam a seta, quero saber tudo a respeito dessas coisas. “
Assim, que poderá acontecer ao homem ferido ?
Antes que todas essas informações possam ser obtidas, seguramente, o veneno terá tempo de circular em todo o sistema e o homem poderá morrer. A primeira providência a ser tomada é retirar a flecha, para que seu veneno não se espalhe.
Quando o fogo da paixão está assolando e ameaçando o mundo, questões como qual a composição do universo ou qual a organização ideal da comunidade humana não têm nenhuma importância.
A resposta à indagação se o universo tem limite ou se é eterno pode ser relegada, até que um meio de extinguir os sofrimentos do nascimento, velhice, doença e morte seja encontrado. Diante da lamentação, da tristeza, do sofrimento e da dor, deve-se primeiro procurar um meio para solucionar estes problemas e dedicar-se à prática desse meio.
Os ensinos do Buda esclarecem aquilo que é importante saber e aquilo que não o é. Isto é, os ensinos de Buda orientam os homens a aprender aquilo que deveriam aprender, a remover aquilo que deveriam remover, e dedicar-se em esclarecer aquilo que deve ser esclarecido.
Portanto, os homens deveriam primeiro discernir que questão é de primordial importância, que problema deve ser solucionado primeiro, que questão lhes é mais urgente. Para fazer tudo isso, devem primeiro treinar suas mentes, isto é, devem procurar o controle mental.




Se você não gosta de Gírias, Fale difícil…

26 03 2008

1 – Prosopopéia flácida para acalentar bovinos.
(Conversa mole pra boi dormir);2 – Colóquio sonolento para bovino repousar.
(História pra boi dormir);

3 – Romper a face.
(Quebrar a cara);

4- Creditar o primata.
(Pagar o mico);

5 – Inflar o volume da bolsa escrotal.
(Encher o saco);

6 – Derrubar, com a extremidade do membro inferior, o suporte sustentáculo de uma das unidades de acampamento.
(Chutar o pau da barraca);

7 – Deglutir o batráquio.
(Engolir o sapo);

8 – Derrubar com intenções mortais.
(Cair matando);

9 -Aplicar a contravenção do João, deficiente físico de um dos membros superiores.
(Dar uma de João sem braço);

10 -Sequer considerar a utilização de um longo pedaço de madeira.
(Nem a pau);

11 – Sequer considerar a possibilidade da fêmea bovina expirar fortes contrações laringo-bucais.
(Nem que a vaca tussa);

12 – Derramar água pelo chão através do tombamento violento e premeditado de seu recipiente.
(Chutar o balde);

13 – Retirar o filhote de eqüino da perturbação pluviométrica.
(Tirar o cavalinho da chuva);

Essa última foi tirada do mais culto livro de palavras clássicas da língua portuguesa:
14 – A bucéfalo de oferendas não perquiris formação ortodôntica!
(A cavalo dado não se olham os dentes!);

ADVERTÊNCIA PARA FINS DE SEMANA OU FERIADOS:
O orifício circular corrugado, localizado na parte ínfero-lombar da região glútea de um indivíduo em alto grau etílico, deixa de estar em consonância com os ditames referentes ao direito individual de propriedade.
TRADUÇÃO: Cú de bêbado não tem dono.





Lo Mejor de la Vida

24 03 2008

El 24 se fueron…, me refiero a mi papá y mamá….esos 4 dias fueron unos de los mejores dias de mi vida….los mejores sin dudas…super felices regresaron para la Argentina…super felices algunos nos quedamos en el Brasil…

Cuando será el reencuentro, nadie sabe…Cuando nos volveremos a ver: todos los dias, en las profundezas de nuestros corazones…

PAPÁ Y MAMÁ, LOS AMO…!!! Gracias por haber venido.

Una de las ultimas fotos que tengo…

Una de las últimas juntos en BS AS en 2008





Llegan Mamá y Papá a SP

17 03 2008
A continuación transcribo los dos ultimos Email´s que muestran este gran acontecimiento

Hola Familia, me enteré que me llamaron el Viernes a la Noche…
Ese dia llegamos super tarde com Nil….
FALTA POQUISIMO PARA QUE LLEGUEN…ESTOY MUY ANSIOSO Y SUUUUPERRRR FELIZ!!!!
Espero responder a sus espectativas en este viaje.

Los amo Muchisimo a todos.
JuanPi.

NOTA: Llamen sabado por la noche….dia de semana es complicado…llego tarde a casa…

================================================================

papá y mamá, espero su llamada el miercoles para verificar los utimos detalles de su llegada….
Espero que todo se de lo mejor posible….
Como sabran, la situacion financiera esta un poco dificil…y no podré recibirlos con la condicion que se merecon….

Besos, los amo.

Juan.