[...] Numa interpretação literal, o termo “linkania” diz respeito ao costume praticado entre os bloggers de fazer ligações para os blogs de outros bloggers. A inclusão de ligações a outros diários da Web é habitual quando o autor leu um post que achou interessante, por mera questão de reciprocidade ou quando o outro blogger é um amigo ou colega seu [...]
[...] Linkania é tudo isso e muito mais: é uma “multidão hiperconectada”, “um movimento de auto-organização do caos (…) Um pensamento, uma inserção no mundo das ideias e das coisas (…) a generosidade de linkar (…) o acto, o prazer, o amor de buscar na colaboração uma nova forma de produzir e ser feliz. De se compreender como um link.” Mais ainda, ela deve ser também vista como “a expressão do engajamento – participação activa – das pessoas em rede. Uma troca generosa de links que catalisa a conversação, provoca e solidifica o engajamento” [...]
Bizness
Cultura Livre
P2P
[...] Ao contrário do que se possa pensar, não é preciso cometer nenhuma ilegalidade para obter música totalmente grátis com qualidade MP3 e sem DRM. Isto significa que o utilizador pode gravar os temas para um CD, partilhá-los com amigos ou transferi-los para o seu iPod. Nalguns casos, consoante os termos das licenças livres Creative Commons, o autor permite até a utilização para fins comerciais (séries, filmes, publicidade) ou a criação de remisturas e outras obras derivadas do original. Muitos anos antes dos Radiohead terem decidido lançar um disco segundo o modelo “você decide o preço” já milhares de artistas distribuíam livremente álbuns e EPs completos na Internet através de editoras discográficas onlinenetlabels, seguindo o caminho da autopublicação ou recorrendo a portais de música livre como o Jamendo. chamadas
Uma proposta muito mais em conta do que uns “desajeitados” CDs com preços caríssimos (15-18 euros) ou mesmo dos descarregamentos de lojas de música online como a do iTunes, que cobram 99 cêntimos por faixa e 10 euros por álbum, não acham? Neste maravilhoso mundo oculto do netaudio pode-se encontrar todos os tipos de géneros musicais: reggae, techno, rock, hip-hop, electrónica, ambiental, músicas do mundo, metal e um nunca mais acabar de subgéneros. Mas se não é o dinheiro, então o que faz com que estes músicos ofereceçam de livre vontade o fruto do seu trabalho? Em primeiro lugar, a possibilidade de chegar a públicos que de outra forma nunca ficariam a conhecer as suas músicas – pessoas de outros continentes e que falam outras línguas; em segundo lugar mas mais importante ainda, a hipótese de arranjarem concertos nesses outros países, lá onde o circuito tradicional do mercado discográfico não chega.
Para tal, eles não hesitam em recorrer à tecnologia P2P de partilha de ficheiros de redes como a BitTorrent e a eMule, a mesma que é frequentemente acusada pelas grandes editoras de estar a matar a música. Exactamente como acontece no mundo do software livre com as distribuições do Linux. Tendo em conta as recentes tendências do mercado que apontam para aquilo a que alguns já chamam de “Música 2.0″, esta é a altura indicada para ficar a conhecer melhor essa música livre. Nesta página irei indicar vários recursos que vos poderão ajudar a encontrar aquelas “pérolas” sonoras que nem sequer faziam idéia que existiam. E se gostarem do disco de um artista ou editora em particular, porque não fazer uma doação de cinco ou dez euros?
Blogs
Catálogos
Redes Sociais
Webzines

Diario Brazil 0102 by Juan Pablo Oviedo is licensed under a Creative Commons Atribuição 2.5 Brasil License.
Based on a work at diariobrazil0102.wordpress.com.
Analytics Links
Atenção
Alguns destes Sites abaixo contém restrições para download desreispetando Licenças.
Comentários