VD-16.03.08

31 03 2008
 “O Azul é mais Azul que o Anil”
Dedico aos jovens companheiros no “Dia do Kossen-rufu”
 
O novo amanhã é dos jovens,
Tal como a exuberância dos verdes campos de trigo
Na manhã clara de geada.
 
Mesmo em março,
O frio é rigoroso
No Fuji escarlate na alvorada.
 
A convocação repentina
Como o lampejo de um relâmpago,
Seis mil companheiros emergidos da terra
Lá compareceram.
 
Branco se tornava o ar expirado,
E os passos no chão adormecido
Ecoavam pelo bosque ainda escuro.
 
Havia moças de rosto ruborizado,
Como também adolescentes de uniforme escolar
E jovens que inflavam o peito imponentemente
Apesar de desprovidos de roupas próprias de frio.
 
No ambiente gelado e ainda escuro,
Seus olhos cintilavam num pulsar precioso
Prestes a receber o majestoso “tempo”
Com o raiar da alvorada.
 
Ah! A expressão da genuína vida dos jovens,
Pura e vigorosamente,
Anunciavam a ascensão do Sol novo e fulguroso.
Oh! Dezesseis de março —
Eternizado ficará para sempre.
 
Nesse dia,
Em torno do venerado mestre,
Delineou-se o modelo do Kossen-rufu
E tornou-se o “Dia do Juramento”,
Inalterável por todo o eterno futuro,
Da luta conjunta de mestre e discípulo.
 
Assim, preservando o profundo significado desse dia,
Este foi denominado de
“Dia Comemorativo do Kossen-rufu”.
 
Decorrida a terrível batalha deste século
Como tempestade para a humanidade,
O pulsar da correnteza do Kossen-rufu
Emergiu no bailar imbatível
Do herói que se levantou resoluto
Envolto pela chuva e escuridão.
 
Dia 3 de maio de 1951 —
“Atirem meus restos mortais na Baía de Shinagawa
Se eu não concretizar 750 mil famílias” —
Ante esta declaração que ressoou pelo chão,
A chama, no peito dos companheiros, expandiu-se.
 
No desenrolar dos sete anos,
Árduas lutas se sucederam
Desgastando a própria vida
Numa demonstração de que
Não há outro momento para lutar
Do que agora,
E que todo o esforço ora canalizado
Encerra o valor de milhares de anos.
 
Ah! Nos dias que se sucederam,
A onda de júbilo dos companheiros revivescentes
Formou finalmente
A fileira de 750 mil heróis emergidos da terra.
 
Setecentos anos se passaram
Desde o levantar do Grande Filósofo.
Foi o tempo que amadureceu
Ou o tempo foi atraído e criado?
Místico é o assentamento do alicerce do
Kossen-rufu de Mappo.
 
Primeiro de março de 1958 —
O ardor da proteção
Transformou-se na inauguração
Do grande Auditório do Ensino Essencial do
Sutra de Lótus,
Que havia muito não se via igual,
E assim se concretizou uma das aspirações do mestre.
Naquela ocasião,
Por providência das entidades budistas
Ou foram Bonten e Taishaku que desceram à terra,
Uma notícia se espalhou:
O primeiro-ministro compareceria
No dia 16 de março.
E o mestre propôs
Tornar esse dia
Uma Cerimônia de Demonstração do Kossen-rufu.
 
Os jovens emergidos da terra,
Considerados por ele atores principais da
Grande cerimônia
Seis mil se reuniram ante a repentina convocação.
Lá estavam os jovens musicistas do Kossen-rufu
E também os “Anjos da Paz”
Abrilhantando a marcha com valentia e beleza.
 
Na manhã enregelada
Juntos saborearam a sopa quente de leitão,
Fazendo penetrar no corpo e na alma
O sentimento do mestre.
 
Mesmo trajados pobremente
Transbordavam de felicidade e orgulho
Por viver pela nobre missão.
A alegria de viver juntos ao lado do mestre
E de juntos avançarem com o mestre
Compôs o sorriso de profunda satisfação.
 
Sem buscar fama nem abrigo
Fortuna e nem mesmo benefícios,
Elevando o espírito valente e cristalino
Com o desejo único de tudo consagrar
Junto com o mestre
Em prol da Grande Lei.
 
Nesta propagação alicerçada no juramento,
Transcendendo a vida e a morte,
E de acordo com os sagrados ensinamentos,
Foi assentada a história de absoluta vitória
Que mesmo as ondas das maldades
Não puderam impedi-la.
 
No alvorecer do ano de 1958,
No meio do turbilhão contra a fúria da doença,
O indomável mestre em seu brado revelou:
— Quero lutar por mais sete anos,
Até alcançar dois milhões de famílias.
 
Compreendendo seu sentimento
Sozinho e na profunda tristeza,
Jurei naquele dia herdar inteiramente
A tocha da concretização do
Kossen-rufu por toda a vida
Mesmo que preciso fosse atirar meu corpo ao chão.
 
Muitos companheiros
Pouco sabiam da gravidade da saúde do mestre
E otimistas estavam por sua recuperação.
Sozinho, visualizando o futuro do Kossen-rufu,
Dispus-me profundamente determinado
A jamais esquecer os ensinamentos do mestre
Mesmo deitado, imerso em meus sonhos.
O mestre, por sua vez, não permitindo
Que me afastasse,
Treinou-me em meio ao rigor,
Dedicando todos os seus esforços.
Não esquecerei o brado do âmago de meu mestre:
— Nada mais quero.
Somente busco valores humanos de confiança!
 
Ah! Dia 16 de Março —
O primeiro mandatário não compareceu,
E a cerimônia teve início
Com a presença de sua esposa e genro.
 
O venerado mestre,
Arrastando seu corpo doente,
Levantou-se na liderança pessoal
Dos jovens emergidos da terra,
Assentando aí o espírito da
Concretização do Kossen-rufu.
 
Misticamente,
A radiante cerimônia tornou-se
O momento solene da transmissão,
Do estandarte dos herdeiros,
Do mestre para o discípulo.
 
O mestre e pai,
Carregando seu corpo debilitado,
Resoluta liderança tomava.
 
Ante o palanquim construído pelos discípulos,
Repreendeu-os com rigor:
— É demasiado grande!
Não serve para a batalha!
Porém, nele subiu
Louvando a preocupação dos discípulos,
Suas palavras tocaram
As profundezas de seus corações.
Sucesso ou fracasso, quem irá empreendê-lo?
A verdade da vida devotada até a morte
Tal como o aspecto imponente
De Komei contado no Gojoguen,
A figura do venerado mestre sobre a plataforma
Parecia lançar raios de luz eternos e indestrutíveis.
 
— Nós somos soberanos do mundo da religião!
O brado vigoroso do grande herói,
Que nasceu para o Kossen-rufu,
Ecoou por entre os gigantescos cedros de 700 anos.
 
Eu declaro —
Aquele brado triunfante
Do grandioso soberano dos povos,
Que ressoou por todo o mundo
E por toda a eterna era de Mappo,
Parecia obscurecer até mesmo
A brilhante jornada do Grande Rei Alexandre.
 
A enfermidade do mestre
Era demais grave.
A mim, que o sustentava nos braços,
Ele espremeu da sua vida
As intrépidas palavras:
— Daisaku! Eu conclui todo o meu trabalho.
Já posso morrer quando quiser.
O resto deixo com você! —
Aquelas palavras,
Em meus ouvidos,
Ainda ressoam nitidamente.
 
O mestre estava com 58 anos
E o discípulo, com 30.
Talvez, por ter herdado a sua vida,
Pude receber os 60 anos em seu lugar.
 
Meus caros jovens!
Agora, com o mesmo sentimento do mestre,
Peço-lhes que me sucedam.
 
Ah! Ainda hoje
Lembro com profunda gratidão
A benevolência grandiosa do
65º sumo prelado, Nitijun Shonin,
Que nos assistiu do começo ao fim.
 
Na conclusão de sua liderança
De inúmeras e árduas batalhas,
O mestre, agora deitado enfermo em seu leito,
Perguntou-me:
— Que livro está lendo?
Estude! Estude! Estude!
Repreendia-me com rigor e benevolência.
 
Disse-me num outro momento:
— Sonhei que fui ao México.
No calor de seus olhos benevolentes
Podia-se ler:
— Em tuas mãos confio o mundo!
 
Fazendo do coração do mestre
O meu próprio coração,
Jurei voar em prol do Kossen-rufu mundial
Por este céu imenso
Como o grande pássaro da lenda chinesa.
 
Quatro dias antes do falecimento —
O leão rugiu severa e rigorosamente:
— Não afrouxem as mãos do ataque!
Cravando assim o pilar do avanço dos discípulos
Como vagas furiosas.
 
Ah! Inesquecível 2 de abril…
Cercado pela exuberância das cerejeiras
O venerado mestre partiu para o Ryozen.
A parte de sua vida que aqui ficou
Iniciou o ataque inabalável
Rumo à concretização do Kossen-rufu.
 
Na época
Assim escrevi em meu diário:
“Um jovem discípulo de Toda
Avança sozinho e imponente
Contra os ventos do norte.”
 
Nos trinta anos que se seguiram,
Fazendo frente aos tormentos das ventanias
E me expondo só debaixo do sol escaldante,
Movido pelo desejo único de proteger
Os meus queridos companheiros,
Dispus-me no combate a todos os
Obstáculos e maldades
Sem retroceder um passo sequer
Dia após dia.
 
Por estar ciente
De que o budismo é vitória ou derrota,
Não me permiti,
Em meio às ondas bravias,
Um momento de estagnação ou hesitação
Para provar à posteridade
A figura autêntica e valente
Tal como Ashura.
 
Os saudosos irmãos,
Que estiveram no glorioso 16 de março,
Viveram também a jornada de trinta anos
Sem nunca retroceder,
Registrando junto comigo,
Corajosa e valentemente,
A sinfonia da gloriosa jornada.
 
A tempestade dos três fortes inimigos
Por várias vezes
Tentou se levantar à nossa frente.
 
Houve dias turbulentos de intensos ataques
E traição de astutos e perversos.
Entretanto, com toda a radiância,
Nós os vencemos completamente.
 
As jovens daquela época
Que transpuseram as inúmeras intempéries
Com as asas da esperança,
São hoje rainhas acariciadas
Pelas douradas brisas da felicidade.
 
Os jovens,
Como pilares da sublime fortaleza da paz
Para a grandeza do ser humano,
Assentaram imponentemente seu alicerce inabalável.
 
A mística relação dos companheiros
Concebida no passado infinito de kuon,
A força da união que converte o itai em doshin,
O austero laço de devoção da vida
Pelo ideal dos sagrados ensinamentos —
Em torno desse eixo diamantino e indestrutível
Estabeleceu-se para toda a posteridade
O alicerce do Kossen-rufu.
 
O ardor dos jovens que se sucedem ilimitadamente,
Emerge como nuvens brancas
Hoje e amanhã também
Lá no azul do horizonte.
 
Quando novamente percorrer
O espaço celestial do novo século,
Não haverá mais nuvens escuras
De obstáculos e maldades.
O rosto dos jovens filhos do Buda
Resplandecente estará com todo o vigor
E as pétalas irão bailar
Ao vento da fragrância de sua jornada.
 
O jovem é o tesouro imensurável.
Todo labor e dificuldade,
Até mesmo vitórias e derrotas,
Tudo é trampolim para o maravilhoso dinamismo.
 
Meu jovem! Meus caros jovens!
Peço-lhes que se encarreguem
Do novo e segundo “Sétimo Sino”.
Na propagação gradativa para o Leste
De acordo com o seu próprio princípio,
O budismo chegou ao Japão
E 700 anos se passaram
Para o Grande Filósofo aqui emergir
Com toda a imponência do Sol.
 
Passados sete séculos desde então
Uma mística organização nasceu,
Revertendo as ondas do Kossen-rufu da Verdadeira Lei
Para a propagação gradativa para o Oeste
Banhando as praias da Ásia e de todo o mundo.
 
Agora, a Lei Mística —
O supremo raiar da grandiosa luz da vida —
Está prestes a cobrir
Toda esta Terra azul.
 
Meu jovem,
Não questione se a grandiosa
Correnteza do Kossen-rufu
É ou não uma certeza no curso da história.
 
Questione sim, a todo momento,
Se possui ou não a paixão
De tornar o Kossen-rufu numa certeza
Em seu próprio coração
Com o labor e suor de si mesmo.
 
Kossen-rufu é
Implantar o supremo estado de vida do Buda
No coração da humanidade
Seguindo o testamento de Daishonin,
Cobrindo esta grande Terra eternamente
Com o desabrochar exuberante
De flores da renascença da vida.
 
Tient’ai declarou:
“O azul é mais azul que o anil!”
 
A você, meu jovem,
Oro ardentemente para que,
Abraçado à Lei básica
E emitindo ilimitados raios de luz
Do interior de sua própria vida,
Trace com audácia
Todo o curso da grandiosa história
Do triunfo da sinfonia do povo.
 
Para todo compromisso,
No raiar da “Era dos Jovens”
Heróis da missão
Haverão de emergir em sucessão.
Ah! A grande expedição para os próximos trinta anos
Assinala agora a sua partida.
 
Eu acredito que vocês,
Meus jovens e minhas jovens,
Haverão de transpor valentemente
Os desconhecidos picos das intempéries
Para tocar solene e vigorosamente
Os sinos da alvorada do novo século.
 
O tempo retorna
E aqui recebemos
O “Dia Comemorativo do Kossen-rufu”.
Este dia não é senão
A manhã de renovada esperança
Dos meus queridos discípulos.
 
Meus jovens,
Haja o que houver,
Avancem sempre!
Agora é o tempo
Que não devem
Recuar um passo sequer.
 
Jovens!
Haja o que houver,
Desafiando resolutamente
O labor no aprimoramento diário,
Cantem, cantem altivamente
Os versos da juventude alegre e vigorosa.
 
Com a harmonia de ouro
Indestrutível por toda a existência,
Desbravem com todo o ardor
A nova manhã da história da humanidade
E completem por mim o sagrado empreendimento.
 
Agradecendo sinceramente a todos os
companheiros que compareceram à cerimônia
em meio ao vento gelado desde as primeiras horas da manhã do dia 16 de março de 1958,
elevo minhas orações formulando votos de
felicidade e de longa vida.
 
De mãos postas em oração…
O Poeta Laureado
 
Em 9 de março de 1988




Canção de Kaneko

25 02 2008

Obrigado pela missão Renato…

No Ni Saku Hana No You Ni

dare mo inai guuraundono
namae kizanda sakura no shita
itsuka kimi to mou ichido koko ni kuru koto
yakusoku shiou

chaimu no hibiku koute ino
katasumi ni saku hana no you ni
yasashiku warattekureta kimi dake ni tsutaetai
tada “arigatou” to

bokutachi wa itsu no hi ni ka
mata kono basho de
deau sono hi made
no ni saita hana no you ni
kesshite makezu ni
tsuyoku sakitai

kayoi nareta kono michi mo
kyoushitsu kara mieru keshiki mo
“itsumade mo wasurenai yo…”
to namida ukabeta
kimi no egao mo

itsumo minareta yuugure ga
sakura namiki wo somete yuku
bokutachi wa sorezore no omoi de wo mune ni daite
aruki hajimeru

itsuka mita yume no basho e
tadori tsuku made
akiramenaide
mada namonai hana da keredo
kesshite makezuni
tsuyoku sakitai

itsu no hi ka aruitekita
michi wo furikaeru
toki ga kuru made
no ni saita hana no youni
kesshite makezu ni
tsuyoku sakitai

bokutachi wa itsu no hi ni ka
mata kono basho de
deau sono hi made
no ni saita hana no you ni
kesshite makezu ni
tsuyoku sakitai

kesshite makezu ni
tsuyoku sakitai

sakitai

Como las flores que florecen

En el patio en el que no hay nadie,
Hay un nombre escrito debajo de un cerezo,
Algún día vendré contigo aquí otra vez
Hagamos esa promesa

Como las flores que florecen
En la esquina del patio de recreo
Por la sonrisa amable que me diste, sólo a ti quiero decirte
tan solo “Gracias”

Nosotros, algún día
De nuevo en este lugar
Hasta el día en el que nos encontremos
Como la flor que floreció
Aunque pierda al desaparecer
Quiere florecer con fuerza

Frecuentando este camino conocido también
Incluso desde este áula puedo ver el paisaje
“Nunca lo olvidaré”
Y las lágrimas aparecieron
Así como tu sonrisa

Esa puesta de sol que siempre mirábamos
Entre los cerezos que se van tiñendo
Nosotros cada uno con nuestros recuerdos los abrazamos
Y empieza el camino

El lugar de los sueños que un día vimos
Hasta que no lo alcancemos
No nos daremos por vencidos
Aún no hay nombre para esa flor pero,
Aunque pierda al desaparecer
Quiere florecer con fuerza

Algún día cuando venga el tiempo
De mirar hacia atrás al camino andado,
Como las flores que florecieron
Aunque pierdan al desaparecer
Quieren florecer con fuerza

Nosotros, algún día
De nuevo en este lugar
Hasta el día en el que nos encontremos
Como la flor que floreció
Aunque perderá al desaparecer
Quiere florecer con fuerza

Aunque pierdan al desaparecer
Quieren florecer con fuerza

Quieren florecer

NOTAS:

Corregí la canción en algunos puntos, gracias a la ayuda de uno de nuestros nuevos miembros. A esa persona gracias por su ayuda. Mantenemos a pesar de todo la traducción más literal posible, tratando de no cambiar en absoluto ninguna de las palabras de Gackt. Si alguien quiere una versión más castellana de la misma, que por favor, nos lo pida mediante un mail

Gackt utiliza, en la versión para piano, la pieza del Barroco Italiano llamada “Canon” de Pachelbel como base y lo acopla en uno de los solos para piano. Demostrando su dominio perfecto de la música clásica.

El día en el que Gackt cantó esta canción por primera vez, entre sus palabras estaban estas:

“Los sueños no son para mirarlos, son para cumplirlos”

¿Os llega el mensaje de Gackt?

LUCHAD por lo que creéis” Es lo que siempre nos quiere decir.

MENSAJE COMPLETO DEL VIDEO:

Kimitachi no hon no sukoshi mae waruku
sempai toshite
kono kotoba wo saigo ni okurimasu

yume wa miru mono ja nai
yume wa kanaeru mono
soshite yume o kanaeru koto
sore wa tsuyoi ishi wo
seraberuku koto
kimitachi no mirai ni kitai shimasu

sotsugyou omedetou

Como sempai, os voy a decir unas palabras:

Un sueño no es para verlo
Un sueño es para cumplirlo
Además un sueño que es para cumplirse
Es fuerte como una piedra

Así quiero vuestro futuro

Enhorabuena por vuestra graduación.

Al final del video, pide levantarse al chico por el que hizo esta canción, y le dijo literalmente: Cumplí mi promesa





VD-23.11.08

23 11 2007
“DECLARAÇÃO”


Desde que llegue al Brasil, han occurido un sin fin de cosas tanto como, experiencias positivas asi como tambien experiencias “negativas”.

Devo confesar de antemano que, a pesar de todo lo vivido, mi deseo de continuar en este pais es grande…preeveo un futuro promisorio para este pais y por consiguiente cierta buena fortuna de que mis futuros hijos nazcan aqui.

Ya que, he comentado sobre lo experimentado tanto positivo y “negativo” me “autorizaré” para contar un poco mas al respecto.

Llegué al Brasil el dia 20 de Febrero del 2007 y , desde entonces he concretado objetivos muy importantes, algunos de ellos son:

1- Conocer otro pais y conocer personas que ahora se han convertido en grandisimos amigos y personas que son como mi propia familia… Conocer a Nil y ser su novio, eso fue lo mejor de todo.!!!

1´- Conocer y actuar en la BSGI como dirigente de comunidad Ipanema.

2- Trabajo estable en una empresa que se encuentra en constante crecimiento desempeñandome en la area Informatica y mas recientemente en la Administrativa.

3- Comenzar mis estudios de perfeccionamiento en la area de Informatica (Técnico computadores y redes y Administrador de Servidores y Redes) en una institución de alto nivel.

4- Comenzar mis estudios en el area Linguistica, puntualmente el el estudio del Idioma Portugués y el Idioma Japonés.

Todas estas areas serán continuadas en el proximo año, sumando a éstas el Estudio del Japonés en la Institucion mas respetada de São Paulo (Aliança Cultural Brasil-Japão). Estiar en la Facultad para Tradução de Portugués-Espanhol.
Ademas de Casarme con Nil, Vivir en otra casa en el centro de la Ciudad….etc.

Algunos aspectos de experiencias negativas fueron o son actualmente:

1- Problemas de salud primeramente relacionadas a la adaptación a costumbres y forma de vida en este pais, desde la comida hasta el transporte.

1´- Problema de Depresión Nivel Medio, relacionado a todo lo que sobrepasaba mi capacidad de resolución; teniendo que ir a Psiquiatra, Psicologo, comprar y consumir medicación.

2- Dificultades en el trabajo y en todos los aspectos de la vida diaria devido a la depresión y los efectos colaterales de la medicación.

3- Problemas de retraso para la salida de mi documento Brasilero, teniendo que pagar una multa en efectivo de R$ 82,27 Antes de salir del pais, de lo contrario seria preso por la Policia Federal do Brasil en el Aeropuerto antes de embarcar el avión hacia Buenos Aires.

4- Por consiguiente problemas para la compra del pasaje ida-vuelta Brasil-Argentina com R$1300,00 de valor, devido a escases de efectivo por pagamento de multa citada anteriormente.

5- Por consiguiente imposivilidad de devolver 300,00 de deuda con mis padres Argentinos ademas de no llevar nada de dinero para la estadia.

NOTA:
- Los problemas de salud a esta altura ya fueron resolvidos.
- En el mismo momento que me declararon depresivo fui accendido en mi trabajo.
- Podré pagar la multa y salir del pais y al retorno obtener mis documento Brasileros de manera mas rapida, gracias a um prestamo amigo,
- Podré pagar el resto del pasaje, gracias a otro prestamo amigo.
- En esta Navidad y Año Nuevo podré estar con mi familia junto con Nil en la Argentina a pesar, de no poder devolver el dinero que me prestaron.

Fué un año realmente dificil para mí, el más dificil de todos mis 25 años de vida.
Pero, valio la pena, despues de pasar por todo esto, el 2008, promete ser realmente grandioso “aun mas que este año”, y repleto de concretización de victórias.
En el Budismo existe una declaración que dice: ” Después de un gran mal sobreviene un gran bien. El invierno siempre se convierte en primavera…”

Muitissimo Obrigado Ikeda Sensei. BSGI, y todos sus grandes lideres y mis responsables. Nilvane. Caro. Jady. Nilson. Glauce… Juninho. Tio Jú…y toda su familia. Valdemir. Wellington. Alessandro. Marcinho. Flavio. João…Raphael…todos, todos…!!!

MUCHISIMAS GRACIAS A MI FAMILA QUE ME ESTA ESPERANDO EN LA ARGENTINA.!!! (MAMÁ. PAPÁ. HERMANO. MARI. VICKY…DERA, BLACKY…HAHAHA !!!)

Nil
Eu
Nil e Eu

Continuará…




VD-19.11.07

19 11 2007
Mini-Resumo

Continuo Trabajando en la FFN (http://www.ffnconstrucoes.com.br/historico.html) , pero ahora, ademas de encargarme de los computadores, trabajo en el deapartamento de Engenharia de la empresa….
Es una gran oportunidad en todos los aspecto, desde profesional a financiero…
Por el momento me estoy saliendo bastante bien.!!!!

Prontamente colocare algunas fotos de mis colegas de trabajo… =)

Con Nil, las cosas marchan bien…!!! Pero, a futuro estaran mucho mejor. (La Super Amo !!!)
Ya falta poquisimmo tiempo para visitar a mi familia en la Argentina… 0 1 – 2 3 1 2 0 7 00.
Estoy super feliz, considero que este año fue super dificil (Salud “Depresão”, Dinero “Apretadissimo”, Relacionamiento “Algunas friciones”….y todo lo que involucra iniciar una nueva vida en otro pais tan diferente como lo es el Brasil…)
Pero, como contrapartida, obtube grandes victorias en el Area Laboral y por consiguiente a largo plazo en lo Financiero, en la BSGI (http://www.bsgi.org.br/)teniendo la oportunidad de actuar en una función de lideranza, en lo que respecta a los estudios he podido iniciar los cursos deseados…

En 2008 será aun mucho mas, inclusive facultad de traducción.!!!!!!!!!!!!!!!!!

Además de continuar los estudios en Idioma Japonés (http://www.acbj.com.br/) Y cursos de Informatica especializado (http://www.soscomputadores.com.br/home.aspx)…etc etc etc etc….

Até mais…..!!!




Universal Declaration of Human Rights

28 09 2007

『世界人権宣言』

(1948.12.10 第3回国連総会採択)

〈前文〉


人類社会のすべての構成員の固有の尊厳と平等で譲ることのできない権利とを承認することは、世界における自由、正義及び平和の基礎であるので、

人権の無視及び軽侮が、人類の良心を踏みにじった野蛮行為をもたらし、言論及び信仰の自由が受けられ、恐怖及び欠乏のない世界の到来が、一般の人々の最高の願望として宣言されたので、

人間が専制と圧迫とに対する最後の手段として反逆に訴えることがないようにするためには、法の支配によって人権を保護することが肝要であるので、

諸国間の友好関係の発展を促進することが肝要であるので、

国際連合の諸国民は、国連憲章において、基本的人権、人間の尊厳及び価値並びに男女の同権についての信念を再確認し、かつ、一層大きな自由のうちで社会的進歩と生活水準の向上とを促進することを決意したので、  

加盟国は、国際連合と協力して、人権及び基本的自由の普遍的な尊重及び遵守の促進を達成することを誓約したので、


これらの権利及び自由に対する共通の理解は、この誓約を完全にするためにもっとも重要であるので、

よって、ここに、国連総会は、  


社会の各個人及び各機関が、この世界人権宣言を常に念頭に置きながら、加盟国自身の人民の間にも、また、加盟国の管轄下にある地域の人民の間にも、これら の権利と自由との尊重を指導及び教育によって促進すること並びにそれらの普遍的措置によって確保することに努力するように、すべての人民とすべての国とが 達成すべき共通の基準として、この人権宣言を公布する。  

第1条

すべての人間は、生まれながらにして自由であり、かつ、尊厳と権利と について平等である。人間は、理性と良心とを授けられており、互いに同 胞の精神をもって行動しなければならない。


第2条

すべて人は、人種、皮膚の色、性、言語、宗教、政治上その他の意見、   

国民的もしくは社会的出身、財産、門地その他の地位又はこれに類するい

かなる自由による差別をも受けることなく、この宣言に掲げるすべての権

利と自由とを享有することができる。

さらに、個人の属する国又は地域が独立国であると、信託統治地域で   

あると、非自治地域であると、又は他のなんらかの主権制限の下にあると

を問わず、その国又は地域の政治上、管轄上又は国際上の地位に基ずくい

かなる差別もしてはならない。


第3条

すべての人は、生命、自由及び身体の安全に対する権利を有する。

第4条

何人も、奴隷にされ、又は苦役に服することはない。奴隷制度及び奴隷

売買は、いかなる形においても禁止する。

第5条

何人も、拷問又は残虐な、非人道的なもしくは屈辱的な取扱もしくは刑

罰を受けることはない。

第6条

すべての人は、いかなる場所においても、法の下において、人として認

められる権利を有する。

第7条

すべての人は、法の下において平等であり、また、いかなる差別もなし

に法の平等な保護を受ける権利を有する。すべての人は、この宣言に違反

するいかなる差別に対しても、また、そのような差別をそそのかすいかな

る行為に対しても、平等な保護を受ける権利を有する。

第8条

すべての人は、憲法又は法律によって与えられた基本的権利を侵害する

行為に対し、権限を有する国内裁判所による効果的な救済を受ける権利を

有する。

第9条

何人も、ほしいままに逮捕、拘禁、又は追放されることはない。

第10条

すべての人は、自己の権利及び義務並びに自己に対する刑事責任が決

定されるに当たって、独立の公平な裁判所による公平な公開の審理を受け

ることについて完全に平等の権利を有する。

第11条

  1. 犯罪の訴追を受けた者は、すべて、自己の弁護に必要なすべての保 障を与えられた公開の裁判において法律に従って有罪の立証があるまでは、

    無罪と推定される権利を有する。

  2. 何人も、実行の時に国内法又は国際法により犯罪を構成しなかった作 為又は不作為のために有罪とされることはない。また、犯罪が行われた時

    に適用される刑罰より重い刑罰は課せられない。

第12条

何人も、自己の私事、家族、家庭もしくは通信に対して、ほしいまま

に干渉され、又は名誉及び信用に対して攻撃を受けることはない。人はす

べて、このような干渉又は攻撃に対して法の保護を受ける権利を有する。

第13条

  1. すべて人は、各国の境界内において自由に移転及び居住する権利を 有する。

  2. すべて人は、自国その他いずれの国をも立ち去り、及び自国に帰る権 利を有する。

第14条

  1. すべて人は、迫害からの避難を他国に求め、かつ、これを他国で享 有する権利を有する。

  2. この権利は、非政治犯罪又は国際連合の目的及び原則に反する行為を
    もっぱら原因とする訴追の場合には、採用することはできない

第15条

  1. すべて人は、国籍をもつ権利を有する。
  2. 何人も、ほしいままにその国籍を奪われ、又はその国籍を変更する権
    利を否認されることはない。

第16条

  1. 成年の男女は、人種、国籍又は宗教によるいかなる制限をも受ける
    ことなく、婚姻し、かつ家庭をつくる権利を有する。成年の男女は、婚姻
    中及びその解消に際し、婚姻に関し平等の権利を有する。
  2. 婚姻は、婚姻の意思を有する両当事者の自由かつ完全な合意によって
    のみ成立する。
  3. 家庭は、社会の自然かつ基礎的な集団単位であって、社会及び国の保
    護を受ける権利を有する。

第17条

  1. すべての人は、単独で又は他の者と共同して財産を所有する権利を
    有する。
  2. 何人も、ほしいままに自己の財産を奪われることはない。

第18条

すべて人は、思想、良心及び宗教の自由を享有する権利を有する。こ

の権利は、宗教又は信念を変更する自由並びに単独で又は他の者と共同し

て、公的に又は私的に、布教、行事、礼拝及び儀式によって宗教又は信念

を表明する自由を含む。

第19条

すべて人は、意見及び表現の自由を享有する権利を有する。この権利

は、干渉を受けることなく自己の意見をもつ自由並びにあらゆる手段によ

り、また、国境を越えると否とにかかわりなく、情報及び思想を求め、受

け、及び伝える自由を含む。

第20条

  1. すべて人は、平和的な集会及び結社の自由を享有する権利を有する。     
  2. 何人も、結社に属することを強制されない。

第21条

  1. すべて人は、直接に又は自由に選出された代表者を通じて、自国の
    政治に参与する権利を有する。
  2. すべて人は自国においてひとしく公務につく権利を有する。     
  3. 人民の意思は、統治の権力の基礎とならなければならない。この意思
    は、定期のかつ真正な選挙によって表明されなければならない。この選挙
    は、平等の普通選挙によるものでなければならず、また、秘密投票又はこ
    れと同等の自由が保障される投票手続によって行われなければならない。

第22条

すべて人は、社会の一員として、社会保障を受ける権利を有し、かつ、
国家的努力及び国際的協力により、また、各国の組織及び資源に応じて、
自己の尊厳と自己の人格の自由な発展とに欠くことのできない経済的、社
会的及び文化的権利の実現に対する権利を有する。

弟23条

  1. すべて人は、労働し、職業を自由に選択し、公平かつ有利な労働条
    件を確保し、及び失業に対する保護を受ける権利を有する。
  2. すべて人は、いかなる差別をも受けることなく、同等の労働に対し、
    同等の報酬を受ける権利を有する。
  3. 労働する者は、すべて、自己及び家族に対して人間の尊厳にふさわし
    い生活を保障する公平かつ有利な報酬を受け、かつ、必要な場合には、他
    の社会的保護手段によって補充を受けることができる。
  4. すべて人は、自己の利益を保護するために労働組合を組織し、及びこ
    れに加入する権利を有する。

第24条

すべて人は、労働時間の合理的な制限及び定期的な有給休暇を含む休
息及び余暇をもつ権利を有する。

第25条

  1. すべて人は、衣食住、医療及び必要な社会的施設等により、自己及
    び家族の健康及び福祉に十分な生活水準を保持する権利並びに失業、疾病、
    心身障害、配偶者の死亡、老齢その他不可抗力による生活不能の場合は、
    保障を受ける権利を有する。
  2. 母と子とは、特別の保護及び援助を受ける権利を有する。すべての児
    童は、嫡出であると否とを問わず、同じ社会的保護を享有する。

第26条

  1. すべて人は、教育を受ける権利を有する。教育は、少なくとも初等
    の及び基礎的の段階においては、無償でなければならない。初等教育は、
    義務的でなければならない。技術教育及び職業教育は、一般に利用できる
    もでなければならず、また、高等教育は、能力に応じ、すべての者にひと
    しく開放されていなければならない。
  2. 教育は、人格の完全な発展並びに人権及び基本的自由の尊重の教科を
    目的としなければならない。教育は、すべての国又は人種的もしくは宗教
    的集団の相互間の理解、寛容及び友好関係を増進し、かつ、平和の維持の
    ため、国際連合の活動を促進するものでなければならない。
  3. 親は、子に与える教育の種類を選択する優先的権利を有する。

第27条

  1. すべて人は、自由に社会の文化生活に参加し、芸術を鑑賞し、及び
    科学の進歩とその恩恵とにあずかる権利を有する。     
  2. すべて人は、その創作した科学的、文学的又は美術的作品から生ずる
    精神的及び物質的利益を保護される権利を有する。

第28条

すべて人は、この宣言に掲げる権利及び自由が完全に実現される社会
的及び国際的秩序に対する権利を有する。

第29条

  1. すべて人は、その人格の自由かつ完全な発展がその中にあつてのみ
    可能である社会に対して義務を負う。
  2. すべて人は、自己の権利及び自由を行使するに当たつては、他人の権
    利及び事由の正当な承認及び尊重を保障すること並びに民主的社会におけ
    る道徳、公の秩序及び一般の福祉の正当な要求を満たすことをもっぱら目
    的として法律によって定められた制限にのみ服する。
  3. これらの権利及び自由は、いかなる場合にも、国際連合の目的及び原
    則に反して行使してはならない。

第30条

この宣言のいかなる規定も、いずれかの国、集団又は個人に対して、
この宣言に掲げる権利及び自由の破壊を目的とする活動に従事し、又はそ
のような目的を有する行為を行う権利を認めるものと解釈してはならない。  





Declaração Universal dos Direitos Humanos

28 09 2007

Declaração Universal dos Direitos Humanos

Preâmbulo

Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e dos seus direitos iguais e inalienáveis constitui o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo;

Considerando que o desconhecimento e o desprezo dos direitos do Homen conduziram a actos de barbárie que revoltam a consciência da Humanidade e que o advento de um mundo em que os seres humanos sejam livres de falar e de crer, libertos do terror e da miséria, foi proclamado como a mais alta inspiração do Homem;

Considerando que é essencial a proteção dos direitos do Homem através de um regime de direito, para que o Homem não seja compelido, em supremo recurso, à revolta contra a tirania e a opressão;

Considerando que é essencial encorajar o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações;

Considerando que, na Carta, os povos das Nações Unidas proclamam, de novo, a sua fé nos direitos fundamentais do Homem, na dignidade e no valor da pessoa humana, na igualdade de direitos dos homens e das mulheres e se declaram resolvidos a favorecer o progresso social e a instaurar melhores condições de vida dentro de uma liberdade mais ampla;

Considerando que os Estados membros se comprometeram a promover, em cooperação com a Organização das Nações Unidas, o respeito universal e efectivo dos direitos do Homem e das liberdades fundamentais;

Considerando que uma concepção comum destes direitos e liberdades é da mais alta importância para dar plena satisfação a tal compromisso:

A Assembléia Geral proclama a presente Declaração Universal

dos Direitos Humanos

como ideal comum a atingir por todos os povos e todas as nações, a fim de que todos os indivíduos e todos os orgãos da sociedade, tendo-a constantemente no espírito, se esforcem, pelo ensino e pela educação, por desenvolver o respeito desses direitos e liberdades e por promover, por medidas progressivas de ordem nacional e internacional, o seu reconhecimento e a sua aplicação universais e efectivos tanto entre as populações dos próprios Estados membros como entre as dos territórios colocados sob a sua jurisdição.

Artigo 1°

Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.

Artigo 2°

Todos os seres humanos podem invocar os direitos e as liberdades proclamados na presente Declaração, sem distinção alguma, nomeadamente de raça, de cor, de sexo, de língua, de religião, de opinião política ou outra, de origem nacional ou social, de fortuna, de nascimento ou de qualquer outra situação. Além disso, não será feita nenhuma distinção fundada no estatuto político, jurídico ou internacional do país ou do território da naturalidade da pessoa, seja esse país ou território independente, sob tutela, autônomo ou sujeito a alguma limitação de soberania.

Artigo 3°

Todo indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.

Artigo 4°

Ninguém será mantido em escravatura ou em servidão; a escravatura e o trato dos escravos, sob todas as formas, são proibidos.

Artigo 5°

Ninguém será submetido a tortura nem a penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes.

Artigo 6°

Todos os indivíduos têm direito ao reconhecimento, em todos os lugares, da sua personalidade jurídica.

Artigo 7°

Todos são iguais perante a lei e, sem distinção, têm direito a igual protecção da lei. Todos têm direito a protecção igual contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação.

Artigo 8°

Toda a pessoa direito a recurso efectivo para as jurisdições nacionais competentes contra os actos que violem os direitos fundamentais reconhecidos pela Constituição ou pela lei.

Artigo 9°

Ninguém pode ser arbitrariamente preso, detido ou exilado.

Artigo 10°

Toda a pessoa tem direito, em plena igualdade, a que a sua causa seja equitativa e publicamente julgada por um tribunal independente e imparcial que decida dos seus direitos e obrigações ou das razões de qualquer acusação em matéria penal que contra ela seja deduzida.

Artigo 11°

  1. Toda a pessoa acusada de um acto delituoso presume-se inocente até que a sua culpabilidade fique legalmente provada no decurso de um processo público em que todas as garantias necessárias de defesa lhe sejam asseguradas.
  2. Ninguém será condenado por acções ou omissões que, no momento da sua prática, não constituíam acto delituoso à face do direito interno ou internacional. Do mesmo modo, não será infligida pena mais grave do que a que era aplicável no momento em que o acto delituoso foi cometido.

Artigo 12°

Ninguém sofrerá intromissões arbitrárias na sua vida privada, na sua família, no seu domicílio ou na sua correspondência, nem ataques à sua honra e reputação. Contra tais intromissões ou ataques toda a pessoa tem direito a protecção da lei.

Artigo 13°

  1. Toda a pessoa tem o direito de livremente circular e escolher a sua residência no interior de um Estado.
  2. Toda a pessoa tem o direito de abandonar o país em que se encontra, incluindo o seu, e o direito de regressar ao seu país.

Artigo 14°

  1. Toda a pessoa sujeita a perseguição tem o direito de procurar e de beneficiar de asilo em outros países.
  2. Este direito não pode, porém, ser invocado no caso de processo realmente existente por crime de direito comum ou por actividades contrárias aos fins e aos princípios das Nações Unidas.

Artigo 15°

  1. Todo o indivíduo tem direito a ter uma nacionalidade.
  2. Ninguém pode ser arbitrariamente privado da sua nacionalidade nem do direito de mudar de nacionalidade.

Artigo 16°

  1. A partir da idade núbil, o homem e a mulher têm o direito de casar e de constituir família, sem restrição alguma de raça, nacionalidade ou religião. Durante o casamento e na altura da sua dissolução, ambos têm direitos iguais.
  2. O casamento não pode ser celebrado sem o livre e pleno consentimento dos futuros esposos.
  3. A família é o elemento natural e fundamental da sociedade e tem direito à proteção desta e do Estado.

Artigo 17°

  1. Toda a pessoa, individual ou colectiva, tem direito à propriedade.
  2. Ninguém pode ser arbitrariamente privado da sua propriedade.

Artigo 18°

Toda a pessoa tem direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião; este direito implica a liberdade de mudar de religião ou de convicção, assim como a liberdade de manifestar a religião ou convicção, sozinho ou em comum, tanto em público como em privado, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pelos ritos.

Artigo 19°

Todo o indivíduo tem direito à liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, sem consideração de fronteiras, informações e idéias por qualquer meio de expressão.

Artigo 20°

  1. Toda a pessoa tem direito à liberdade de reunião e de associação pacíficas.
  2. Ninguém pode ser obrigado a fazer parte de uma associação.

Artigo 21°

  1. Toda a pessoa tem o direito de tomar parte na direcção dos negócios, públicos do seu país, quer directamente, quer por intermédio de representantes livremente escolhidos.
  2. Toda a pessoa tem direito de acesso, em condições de igualdade, às funções públicas do seu país.
  3. A vontade do povo é o fundamento da autoridade dos poderes públicos: e deve exprimir-se através de eleições honestas a realizar periodicamente por sufrágio universal e igual, com voto secreto ou segundo processo equivalente que salvaguarde a liberdade de voto.

Artigo 22°

Toda a pessoa, como membro da sociedade, tem direito à segurança social; e pode legitimamente exigir a satisfação dos direitos econômicos, sociais e culturais indispensáveis, graças ao esforço nacional e à cooperação internacional, de harmonia com a organização e os recursos de cada país.

Artigo 23°

  1. Toda a pessoa tem direito ao trabalho, à livre escolha do trabalho, a condições equitativas e satisfatórias de trabalho e à protecção contra o desemprego.
  2. Todos têm direito, sem discriminação alguma, a salário igual por trabalho igual.
  3. Quem trabalha tem direito a uma remuneração equitativa e satisfatória, que lhe permita e à sua família uma existência conforme com a dignidade humana, e completada, se possível, por todos os outros meios de protecção social.
  4. Toda a pessoa tem o direito de fundar com outras pessoas sindicatos e de se filiar em sindicatos para defesa dos seus interesses.

Artigo 24°

Toda a pessoa tem direito ao repouso e aos lazeres, especialmente, a uma limitação razoável da duração do trabalho e as férias periódicas pagas.

Artigo 25°

  1. Toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente para lhe assegurar e à sua família a saúde e o bem-estar, principalmente quanto à alimentação, ao vestuário, ao alojamento, à assistência médica e ainda quanto aos serviços sociais necessários, e tem direito à segurança no desemprego, na doença, na invalidez, na viuvez, na velhice ou noutros casos de perda de meios de subsistência por circunstâncias independentes da sua vontade.
  2. A maternidade e a infância têm direito a ajuda e a assistência especiais. Todas as crianças, nascidas dentro ou fora do matrimônio, gozam da mesma protecção social.

Artigo 26°

  1. Toda a pessoa tem direito à educação. A educação deve ser gratuita, pelo menos a correspondente ao ensino elementar fundamental. O ensino elementar é obrigatório. O ensino técnico e profissional dever ser generalizado; o acesso aos estudos superiores deve estar aberto a todos em plena igualdade, em função do seu mérito.
  2. A educação deve visar à plena expansão da personalidade humana e ao reforço dos direitos do Homem e das liberdades fundamentais e deve favorecer a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e todos os grupos raciais ou religiosos, bem como o desenvolvimento das actividades das Nações Unidas para a manutenção da paz.
  3. Aos pais pertence a prioridade do direito de escholher o género de educação a dar aos filhos.

Artigo 27°

  1. Toda a pessoa tem o direito de tomar parte livremente na vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar no progresso científico e nos benefícios que deste resultam.
  2. Todos têm direito à protecção dos interesses morais e materiais ligados a qualquer produção científica, literária ou artística da sua autoria.

Artigo 28°

Toda a pessoa tem direito a que reine, no plano social e no plano internacional, uma ordem capaz de tornar plenamente efectivos os direitos e as liberdades enunciadas na presente Declaração.

Artigo 29°

  1. O indivíduo tem deveres para com a comunidade, fora da qual não é possível o livre e pleno desenvolvimento da sua personalidade.
  2. No exercício deste direito e no gozo destas liberdades ninguém está sujeito senão às limitações estabelecidas pela lei com vista exclusivamente a promover o reconhecimento e o respeito dos direitos e liberdades dos outros e a fim de satisfazer as justas exigências da moral, da ordem pública e do bem-estar numa sociedade democrática.
  3. Em caso algum estes direitos e liberdades poderão ser exercidos contrariamente e aos fins e aos princípios das Nações Unidas.

Artigo 30°

Nenhuma disposição da presente Declaração pode ser interpretada de maneira a envolver para qualquer Estado, agrupamento ou indivíduo o direito de se entregar a alguma actividade ou de praticar algum acto destinado a destruir os direitos e liberdades aqui enunciados.





Declaración Universal de Derechos Humanos

28 09 2007

Declaración Universal de Derechos Humanos

Adoptada y proclamada por la Asamblea General en su resolución 217 A (III), de 10 de diciembre de 1948

Preámbulo

Considerando que la libertad, la justicia y la paz en el mundo tienen por base el reconocimiento de la dignidad intrínseca y de los derechos iguales e inalienables de todos los miembros de la familia humana,

Considerando que el desconocimiento y el menosprecio de los derechos humanos han originado actos de barbarie ultrajantes para la conciencia de la humanidad; y que se ha proclamado, como la aspiración más elevada del hombre, el advenimiento de un mundo en que los seres humanos, liberados del temor y de la miseria, disfruten de la libertad de palabra y de la libertad de creencias,

Considerando esencial que los derechos humanos sean protegidos por un régimen de Derecho, a fin de que el hombre no se vea compelido al supremo recurso de la rebelión contra la tiranía y la opresión,

Considerando también esencial promover el desarrollo de relaciones amistosas entre las naciones,

Considerando que los pueblos de las Naciones Unidas han reafirmado en la Carta su fe en los derechos fundamentales del hombre, en la dignidad y el valor de la persona humana y en la igualdad de derechos de hombres y mujeres; y se han declarado resueltos a promover el progreso social y a elevar el nivel de vida dentro de un concepto más amplio de la libertad,

Considerando que los Estados Miembros se han comprometido a asegurar, en cooperación con la Organización de las Naciones Unidas, el respeto universal y efectivo a los derechos y libertades fundamentales del hombre, y

Considerando que una concepción común de estos derechos y libertades es de la mayor importancia para el pleno cumplimiento de dicho compromiso,

La Asamblea General

Proclama la presente Declaración Universal de Derechos Humanos como ideal común por el que todos los pueblos y naciones deben esforzarse, a fin de que tanto los individuos como las instituciones, inspirándose constantemente en ella, promuevan, mediante la enseñanza y la educación, el respeto a estos derechos y libertades, y aseguren, por medidas progresivas de carácter nacional e internacional, su reconocimiento y aplicación universales y efectivos, tanto entre los pueblos de los Estados Miembros como entre los de los territorios colocados bajo su jurisdicción.

Artículo 1

Todos los seres humanos nacen libres e iguales en dignidad y derechos y, dotados como están de razón y conciencia, deben comportarse fraternalmente los unos con los otros.

Artículo 2

Toda persona tiene los derechos y libertades proclamados en esta Declaración, sin distinción alguna de raza, color, sexo, idioma, religión, opinión política o de cualquier otra índole, origen nacional o social, posición económica, nacimiento o cualquier otra condición.

Además, no se hará distinción alguna fundada en la condición política, jurídica o internacional del país o territorio de cuya jurisdicción dependa una persona, tanto si se trata de un país independiente, como de un territorio bajo administración fiduciaria, no autónomo o sometido a cualquier otra limitación de soberanía.

Artículo 3

Todo individuo tiene derecho a la vida, a la libertad y a la seguridad de su persona.

Artículo 4

Nadie estará sometido a esclavitud ni a servidumbre; la esclavitud y la trata de esclavos están prohibidas en todas sus formas.

Artículo 5

Nadie será sometido a torturas ni a penas o tratos crueles, inhumanos o degradantes.

Artículo 6

Todo ser humano tiene derecho, en todas partes, al reconocimiento de su personalidad jurídica.

Artículo 7

Todos son iguales ante la ley y tienen, sin distinción, derecho a igual protección de la ley. Todos tienen derecho a igual protección contra toda discriminación que infrinja esta Declaración y contra toda provocación a tal discriminación.

Artículo 8

Toda persona tiene derecho a un recurso efectivo, ante los tribunales nacionales competentes, que la ampare contra actos que violen sus derechos fundamentales reconocidos por la constitución o por la ley.

Artículo 9

Nadie podrá ser arbitrariamente detenido, preso ni desterrado.

Artículo 10

Toda persona tiene derecho, en condiciones de plena igualdad, a ser oída públicamente y con justicia por un tribunal independiente e imparcial, para la determinación de sus derechos y obligaciones o para el examen de cualquier acusación contra ella en materia penal.

Artículo 11

  1. Toda persona acusada de delito tiene derecho a que se presuma su inocencia mientras no se pruebe su culpabilidad, conforme a la ley y en juicio público en el que se le hayan asegurado todas las garantías necesarias para su defensa.
  2. Nadie será condenado por actos u omisiones que en el momento de cometerse no fueron delictivos según el Derecho nacional o internacional. Tampoco se impondrá pena más grave que la aplicable en el momento de la comisión del delito.

Artículo 12

Nadie será objeto de injerencias arbitrarias en su vida privada, su familia, su domicilio o su correspondencia, ni de ataques a su honra o a su reputación. Toda persona tiene derecho a la protección de la ley contra tales injerencias o ataques.

Artículo 13

  1. Toda persona tiene derecho a circular libremente y a elegir su residencia en el territorio de un Estado.
  2. Toda persona tiene derecho a salir de cualquier país, incluso el propio, y a regresar a su país.

Artículo 14

  1. En caso de persecución, toda persona tiene derecho a buscar asilo, y a disfrutar de él, en cualquier país.
  2. Este derecho no podrá ser invocado contra una acción judicial realmente originada por delitos comunes o por actos opuestos a los propósitos y principios de las Naciones Unidas.

Artículo 15

  1. Toda persona tiene derecho a una nacionalidad.
  2. A nadie se privará arbitrariamente de su nacionalidad ni del derecho a cambiar de nacionalidad.

Artículo 16

  1. Los hombres y las mujeres, a partir de la edad núbil, tienen derecho, sin restricción alguna por motivos de raza, nacionalidad o religión, a casarse y fundar una familia; y disfrutarán de iguales derechos en cuanto al matrimonio, durante el matrimonio y en caso de disolución del matrimonio.
  2. Sólo mediante libre y pleno consentimiento de los futuros esposos podrá contraerse el matrimonio.
  3. La familia es el elemento natural y fundamental de la sociedad y tiene derecho a la protección de la sociedad y del Estado.

Artículo 17

  1. Toda persona tiene derecho a la propiedad, individual y colectivamente.
  2. Nadie será privado arbitrariamente de su propiedad.

Artículo 18

Toda persona tiene derecho a la libertad de pensamiento, de conciencia y de religión; este derecho incluye la libertad de cambiar de religión o de creencia, así como la libertad de manifestar su religión o su creencia, individual y colectivamente, tanto en público como en privado, por la enseñanza, la práctica, el culto y la observancia.

Artículo 19

Todo individuo tiene derecho a la libertad de opinión y de expresión; este derecho incluye el no ser molestado a causa de sus opiniones, el de investigar y recibir informaciones y opiniones, y el de difundirlas, sin limitación de fronteras, por cualquier medio de expresión.

Artículo 20

  1. Toda persona tiene derecho a la libertad de reunión y de asociación pacíficas.
  2. Nadie podrá ser obligado a pertenecer a una asociación.

Artículo 21

  1. Toda persona tiene derecho a participar en el gobierno de su país, directamente o por medio de representantes libremente escogidos.
  2. Toda persona tiene el derecho de acceso, en condiciones de igualdad, a las funciones públicas de su país.
  3. La voluntad del pueblo es la base de la autoridad del poder público; esta voluntad se expresará mediante elecciones auténticas que habrán de celebrarse periódicamente, por sufragio universal e igual y por voto secreto u otro procedimiento equivalente que garantice la libertad del voto.

Artículo 22

Toda persona, como miembro de la sociedad, tiene derecho a la seguridad social, y a obtener, mediante el esfuerzo nacional y la cooperación internacional, habida cuenta de la organización y los recursos de cada Estado, la satisfacción de los derechos económicos, sociales y culturales, indispensables a su dignidad y al libre desarrollo de su personalidad.

Artículo 23

  1. Toda persona tiene derecho al trabajo, a la libre elección de su trabajo, a condiciones equitativas y satisfactorias de trabajo y a la protección contra el desempleo.
  2. Toda persona tiene derecho, sin discriminación alguna, a igual salario por trabajo igual.
  3. Toda persona que trabaja tiene derecho a una remuneración equitativa y satisfactoria, que le asegure, así como a su familia, una existencia conforme a la dignidad humana y que será completada, en caso necesario, por cualesquiera otros medios de protección social.
  4. Toda persona tiene derecho a fundar sindicatos y a sindicarse para la defensa de sus intereses.

Artículo 24

Toda persona tiene derecho al descanso, al disfrute del tiempo libre, a una limitación razonable de la duración del trabajo y a vacaciones periódicas pagadas.

Artículo 25

  1. Toda persona tiene derecho a un nivel de vida adecuado que le asegure, así como a su familia, la salud y el bienestar, y en especial la alimentación, el vestido, la vivienda, la asistencia médica y los servicios sociales necesarios; tiene asimismo derecho a los seguros en caso de desempleo, enfermedad, invalidez, viudez, vejez y otros casos de pérdida de sus medios de subsistencia por circunstancias independientes de su voluntad.
  2. La maternidad y la infancia tienen derecho a cuidados y asistencia especiales. Todos los niños, nacidos de matrimonio o fuera de matrimonio, tienen derecho a igual protección social.

Artículo 26

  1. Toda persona tiene derecho a la educación. La educación debe ser gratuita, al menos en lo concerniente a la instrucción elemental y fundamental. La instrucción elemental será obligatoria. La instrucción técnica y profesional habrá de ser generalizada; el acceso a los estudios superiores será igual para todos, en función de los méritos respectivos.
  2. La educación tendrá por objeto el pleno desarrollo de la personalidad humana y el fortalecimiento del respeto a los derechos humanos y a las libertades fundamentales; favorecerá la comprensión, la tolerancia y la amistad entre todas las naciones y todos los grupos étnicos o religiosos; y promoverá el desarrollo de las actividades de las Naciones Unidas para el mantenimiento de la paz.
  3. Los padres tendrán derecho preferente a escoger el tipo de educación que habrá de darse a sus hijos.

Artículo 27

  1. Toda persona tiene derecho a tomar parte libremente en la vida cultural de la comunidad, a gozar de las artes y a participar en el progreso científico y en los beneficios que de él resulten.
  2. Toda persona tiene derecho a la protección de los intereses morales y materiales que le correspondan por razón de las producciones científicas, literarias o artísticas de que sea autora.

Artículo 28

Toda persona tiene derecho a que se establezca un orden social e internacional en el que los derechos y libertades proclamados en esta Declaración se hagan plenamente efectivos.

Artículo 29

  1. Toda persona tiene deberes respecto a la comunidad, puesto que sólo en ella puede desarrollar libre y plenamente su personalidad.
  2. En el ejercicio de sus derechos y en el disfrute de sus libertades, toda persona estará solamente sujeta a las limitaciones establecidas por la ley con el único fin de asegurar el reconocimiento y el respeto de los derechos y libertades de los demás, y de satisfacer las justas exigencias de la moral, del orden público y del bienestar general en una sociedad democrática.
  3. Estos derechos y libertades no podrán en ningún caso ser ejercidos en oposición a los propósitos y principios de las Naciones Unidas.

Artículo 30

Nada en la presente Declaración podrá interpretarse en el sentido de que confiere derecho alguno al Estado, a un grupo o a una persona, para emprender y desarrollar actividades o realizar actos tendientes a la supresión de cualquiera de los derechos y libertades proclamados en esta Declaración.